Dinâmica - Tenho medo

Objetivo:  Levar a criança a desenvolver sua autoconfiança, através do esclarecimento e da reflexão sobre seus medos.
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: Indeterminado.
Material: Mini Bola de massagem (com pontas);  Geleca (amoeba); sacola preta de plástico (ou de papelão firme); faixa ( para vendar os olhos).
Descrição: 1- O Evangelizador deverá  colocar dentro de uma sacola preta, algo macio, agradável ao tato (por exemplo: geleca);deverá vendar os olhos dos alunos e pedir que coloquem a mão dentro da sacola e através do tato procurem perceber o que é; Será que é um animal? Descrever o que sentiram. 2 – levar numa segunda sacola um objeto que inspire aflição ao tato (por exemplo: Mini Bola de Massagem com pontas)  antes de pedir para que coloquem a mão dentro da sacola e adivinhem o que é, faça um clima de suspense:– o que tem aqui dentro é bem diferente! (agitar a sacola e dizer): - nossa, parece que se mexe! O que será? Fazer o mesmo procedimento e pedir para descrever o que sentiram.  3 - Logo em seguida, formar com eles um conceito de medo, a partir da experiência que foi feita. Pergunte a todos: O que sentiram? O que o medo provoca em vocês? Explicar que: o medo é uma emoção capaz de provocar mudanças no nosso organismo, como: dores na barriga, suor frio, aceleração do coração, tremor, paralisação. Pergunte individualmente: Do que você tem medo?Neste momento dividir a lousa em duas partes, colocando de um lado o medo prevenção, que podemos chamar de “bom” como por exemplo: medo de altura, medo de cobra ou outros animais peçonhentos, medo de andar em alta velocidade, medo de água profunda. Do outro lado da lousa, colocar o medo patológico, que podemos chamar de “ruim”, como por exemplo: medo de escuro, medo de Espíritos, medo de injeção, medo de médico ou dentista, medo de falar em público.
Comentário:  O medo prevenção faz parte do nosso instinto de preservação. E o medo patológico é criado por nós, apesar de não oferecer perigos,  cria-nos dificuldades e barreiras. Quando enfrentamos nossos medos, percebemos que eles não tem razão de ser. Como por exemplo, na segunda sacola, criamos um suspense, levando vocês a imaginarem que lá dentro tinha algo assustador, que provocava medo! Vocês acreditaram que era algo que poderia feri-los e sentiram medo. Mas que surpresa, quando descobriram que lá dentro só existia uma bolinha de massagem , a emoção de medo desapareceu. Quem tem medo de uma bola? Nem o nosso cão possui – É isso que devemos fazer com nossos medos.
PRIMEIRO PROCURAR CONHECÊ-LOS, SEGUNDO, PENSAR SOBRE ELES.
Exemplos:
1 – O que o escuro pode fazer comigo? Atacar-me? Ferir-me? Acenda a luz ou uma vela e observe, não há nada, só os móveis, aparelhos, enfeites que fazem parte da nossa casa. O RESTO É FRUTO DE NOSSA IMAGINAÇÃO! 2 – Por que tenho tanto medo de injeção? É só uma picada que dói menos que um tropeção daqueles que arrancam a ponta do dedão e que vocês vivem levando por aí.3 – E o escorpião e e a aranha marrom? Ah, eles são perigosos para nossa saúde, então vamos manter a casa limpa, em ordem, sem dar chance para que eles fixem em suas moradias, em nossas casas.
(Texto adaptado. Fonte:https://cebatuira.org.br/estudos_detalhes.asp?estudoid=858)

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