Dinâmica - Quem é Jesus Cristo?

Objetivo: Mostrar que Ele é nosso Irmão Maior, nosso Mestre Divino, o Messias prometido.
Participantes: 20min.
Tempo Estimado: Indeterminado .
Material: papel sulfite (conforme a quantidade de alunos), borracha, lápis de escrever e apontador.
Descrição: O Evangelizador  deverá ler o seguinte trecho do Evangelho:
Chegando Jesus à região de Cesaréia de Filipe, perguntou aos seus discípulos: "Quem os homens dizem que o Filho do homem é? "
Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, Jeremias ou um dos profetas".
"E vocês? ", perguntou ele. "Quem vocês dizem que eu sou? "
Simão Pedro respondeu: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo".
Respondeu Jesus: "Feliz é você, Simão, filho de Jonas! Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu Pai que está nos céus. (Mateus 16:13-17)
Depois deverá dizer o seguinte: Nos dias atuais, as pessoas continuam discutindo sobre  Jesus. Para alguns, Jesus Cristo foi um grande filósofo, para outros,  um idealista religioso,  para historiadores, um revolucionário político, para alguns religiosos, um profeta e para os materialistas, ele nunca teria existido. E para vocês, quem é Jesus Cristo? Entregue para cada aluno meia folha de papel sulfite , peça para que eles escrevam as respostas,  e depois peça para ler o que escreveram em voz alta.
Comentário: A designação “Tu és o Cristo” significa que Jesus é o Messias, o Ungido, aquele que é Abençoado por Deus, o Enviado Divino. (Site: https://www.oconsolador.com.br/ano8/374/marcus_mario.html)
Jesus Cristo é  o Messias prometido ao povo de Israel.  Segundo a Doutrina Espírita , Ele é o Governador Espiritual do planeta Terra. Podemos chamá-lo de  nosso Divino Mestre ou nosso Irmão Maior, pois Ele é filho do mesmo Pai Celestial. Segundo os Espíritos superiores, "Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava (O Livro dos Espíritos. Questão 625. Allan Kardec).

De acordo com o Espírito Emmanuel,  "Ele não era um conquistador armado e, de século a século, aumenta a multidão daqueles que o seguem, n’Ele reconhecendo o Modelo Divino, ao qual se oferece a vida;   surgiu na palha, ao calor dos animais que o hospedaram na estrebaria e recorda-se-lhe o nascimento assinalado pelo fulgor de uma estrela;    não dispunha de uma pedra em que repousar a cabeça e fundou o Reino de Deus, entre as nações;   conquanto se reportasse aos mundos da imensidade por diversas moradas da Casa Universal do Todo-Misericordioso, escolheu uma pátria que procurou conchegar ao coração;    referia-se aos homens na condição de filhos do Pai Celestial e devotou-se a um círculo íntimo de companheiros queridos, vinculando-se a uma abnegada mãe, a quem amou enternecidamente;    embora revelasse a vida imperecível, encontrou em si mesmo bastante sentimento humano para chorar a ausência de um amigo morto;    conversou mais detidamente apenas com alguns sofredores, entre os quais se destacaram pobres mulheres e crianças de lugarejos esquecidos e traçou os mais altos ensinamentos que regem a paz e a felicidade dos povos;   viveu em lares singelos e continua inspirando, até agora, na literatura e na arte, as mais belas obras-primas da Humanidade;    humilde, fez-se poderoso renovador de consciências;   discutido, sobreleva-se, ainda hoje, pela bondade, a todos os sofismas dos incrédulos que o desafiam;    perseguido pelo mal, triunfou e triunfa com o bem, esquecendo as afrontas e abençoando os inimigos;    crucificado, venceu a morte e ressurgiu entre os homens, junto dos quais permanece, sempre e cada vez mais vivo, em espírito, como sendo de todos os reformadores da Terra o mais digno e o mais querido, o mais contestado e o mais invencível!... Mensageiro do Pai, erguido à posição de Mestre Divino, consagrado à nossa educação para a vida eterna, amou-nos antes que o amássemos e tudo nos dá de si próprio, sem nada pedir-nos!... É por isso que todos nós, ano a ano, somos induzidos, sem distinção de credo e raça, a cultivar o poder da fraternidade, uns diante dos outros, pelo menos um dia — o Dia de Natal —, transformando o mundo, por algumas horas, em Reino de Amor, prelibando as alegrias do Bem Eterno que nos governará de futuro, a repetir com as vozes milenárias dos anjos: — Glória a Deus nas alturas, paz na Terra, boa vontade para com os homens!... "
(Antologia mediúnica do Natal. Jesus. Psicografado por Chico Xavier)
(Baseada na dinâmica de Sulamita Macedo e na Bíblia: Mateus 16:13-17)

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