Dinâmica - Muitos chamados, poucos escolhidos

Objetivo: Mostrar que que todos são chamados a realizar o trabalho do bem, entretanto, raros se portam à altura dos compromissos que assumem.
Participantes: Máximo 10 alunos.
Tempo Estimado: 20 min.
Material: 10 perguntas.
Descrição: O Evangelizador deverá fazer o seguinte comentário: "Apreciando aquele ensinamento dos “muitos são chamados e poucos escolhidos”,  a destacar-se da palavra do Senhor, nas lições do Evangelho, mentalizemos o assunto, transferindo-o a uma oficina terrestre. Imaginem, neste momento, que vocês estejam trabalhando numa empresa e de repente vocês se deparam com  uma situação difícil ou que parece injusta, como vocês reagiriam? O que vocês fariam? Vou descrever as situações e gostaria que alguns de vocês me respondessem com sinceridade. " Neste momento, o Evangelizador deverá sortear 10 alunos para responder as perguntas. Se o aluno responder algo contrário a boa conduta, o Evangelizador deverá corrigi-lo, sem julgá-lo.

Perguntas:
1.Se o seu chefe desse mais trabalho para você e percebesse que ele não fez o mesmo para o seu colega de serviço,  o que você faria?
Sugestão de resposta: Aceitaria o trabalho sem reclamar e cumpriria as minhas obrigações, pois não devemos comparar o nosso trabalho com os dos outros.
2. Se você percebesse que sua colega não está trabalhando direito e lhe sobrasse mais trabalho pra fazer por causa disso, o que você faria?
Sugestão de resposta: Eu faria o meu trabalho e se tivesse tempo também faria o trabalho que ela deixou de fazer, pois quem deve avaliar e cobrar a eficiência do trabalho dela é o meu chefe.
3. Se você tivesse terminado o serviço que seu chefe pediu para fazer naquele dia e estivesse cansado, mas ainda restasse algum tempo para terminar o expediente, o que você faria?
Sugestão de resposta: Eu arrumaria um outro serviço para fazer, durante o tempo disponível, pois é minha obrigação trabalhar durante o horário do expediente.
4. Se você recebesse uma advertência do seu chefe no trabalho por um erro de um outro funcionário, que se recusa a assumir a culpa, o que você faria?
Sugestão de resposta: Eu diria que não fui eu quem cometeu o erro, mas caso o meu chefe não acreditasse nas minhas palavras, não ficaria discutindo com ele, pois é meu superior e devo cumprir ordens.
5. Se você fosse convidado para participar da festa de aniversário de um colega na empresa, mas soubesse que tinha um serviço urgente pra resolver naquele momento, o que você faria?
Sugestão de resposta: Eu cumpriria a minha obrigação de fazer o serviço urgente, e recusaria educadamente o convite, justificando o motivo.
6. Se você fosse um funcionário antigo e percebesse que um colega recém-contratado conseguiu um cargo mais alto na empresa, porque ficou bajulando o seu chefe, o que você faria?
Sugestão de resposta: Continuaria trabalhando com a consciência tranquila, pois jamais ficaria bajulando alguém  para obter alguma vantagem.
7. Se você fosse recém-contratado e o seu chefe te pedisse pra fazer um trabalho que não soubesse realizar, mas que faz parte da função do cargo para o qual foi contratado, o que você faria?
Sugestão de resposta: Eu diria a verdade, que não sei fazer, mas que estava disposto a aprender com alguém para realizar o trabalho, mas se ele quiser me mandar embora, terei que aguentar as consequências.
8. Se você recebesse um atestado médico de quinze dias e ninguém soubesse fazer o seu trabalho, porém no oitavo dia já tivesse condições de trabalhar, o que você faria?
Sugestão de resposta: Eu voltaria a trabalhar, pois sei que o meu trabalho faz falta para a empresa.
9. Se o seu chefe conversasse demais com você sobre a sua vida e seus projetos pessoais durante o trabalho, prejudicando a sua produtividade, o que você faria?
Sugestão de resposta: Se ele começasse a conversar, procuraria ficar mais quieto para não dar continuidade à conversa e assim conseguia realizar o meu trabalho com mais eficiência.
10. Se você fosse chefe de um setor e o diretor lhe pedisse para limpar o chão de onde trabalha, pois um  dos funcionários vomitou no local e os outros estão em horário de almoço,  o que você faria?
Sugestão de resposta: Eu faria a limpeza sem reclamar, mesmo que não fosse a minha função fazer este tipo de serviço.

Comentário: Todos são chamados pela obra a fazer, a fim de conjugarem esforços dentro das finalidades da instituição a que se ajustam.  Entretanto, raros se portam à altura dos compromissos que assumem.  Muitos deles devoram o tempo, renovando indagações incessantes acerca dos problemas comezinhos da casa, a pretexto de recolherem esclarecimentos e diretrizes. São os servos ociosos.  Outros muitos confiam-se à irascibilidade e à cólera, arrojando de si os fluidos empestados da indisciplina com que espalham o fogo da rebelião e o gelo do desânimo, anulando máquinas e desencorajando os companheiros. São os servos revoltados.  Muitos ainda entregam-se ao culto da lisonja, abandonando as obrigações que lhes cabem, para tecerem elogios venenosos à pessoa dos dirigentes, com o fim de lhes subornarem a consciência, à cata de vantagens materiais. São os servos bajuladores.  Muitos se refugiam nos programas extensos, salientando o futuro com discursos brilhantes, nos quais se reportam a imaginárias realizações, abominando os deveres humildes que consideram indignos da inteligência que lhes é própria. São os servos inoperantes.  Mas há um tipo de cooperador que indaga pouco e age muito, que cultua a dignidade pessoal sem descer aos desvarios do orgulho, que sustenta o respeito devido à ordem sem se render à adulação e que traça diretivas de trabalho para cumpri-las, cada dia, ao preço do próprio amor e da própria renúncia. (Fé, paz e amor. Entre chamados e escolhidos. Espírito Emmanuel.  Psicografado por Chico Xavier)
(Baseada nos livros: Fé, paz e amor. Entre chamados e escolhidos. Espírito Emmanuel.  Psicografado por Chico Xavier / Alvorada do Reino. Servidor da última hora. Espírito Emmanuel.  Psicografado por Chico Xavier)

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