Dinâmica - Oferecer a outra face

Objetivo: Compreender o significado das palavras de Jesus quando Ele disse: " Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra". (Mateus 5:39).

Participantes: Máximo 20 alunos.

Tempo Estimado:  10 min.

Material: Frases, cartolina colorida (66 X 48cm),  cola bastão, 10 envelopes  tesoura, durex, fita crepe.

Descrição: O Evangelizador deverá , previamente, escrever na parte superior da cartolina a seguinte frase: " Oferecer a outra face é..." e   colocar o cartaz na parede da sala de aula. E após ler o trecho Bíblico (Mateus 5:39), deverá distribuir para cada dupla de alunos , uma frase com as palavras separadas e embaralhadas (dentro de um envelope) para  organizá-las na ordem correta e completar a frase acima. Após feito isto, os alunos deverão emendar as partes com durex e colar as frases na cartolina, uma em baixo da outra.

Frases:

Retribuir o mal com o bem  (dividir em 6 partes)

Não revidar com ódio (dividir em 4 partes)

Não querer se vingar (dividir em 4 partes)

Desejar o bem para o agressor (dividir em 6 partes)

Discutir sem agressividade (dividir em 3 partes)

Julgar com benevolência (dividir em 3 partes)

Não utilizar a violência (dividir em 4 partes)

Esclarecer com serenidade (dividir em 3 partes)

Combater o nosso orgulho  (dividir em 4 partes)

Perdoar a ofensa recebida (dividir em 4 partes)

Obs.1: As frases poderão ter no máximo 40 cm de largura.

Comentário: Enunciando, pois, esta máxima, não pretendeu Jesus interdizer toda defesa, mas condenar a vingança. Dizendo que apresentemos a outra face àquele que nos haja batido numa, disse, sob outra forma, que não se deve pagar o mal com o mal; que o homem deve aceitar com humildade tudo o que seja de molde a lhe abater o orgulho; que maior glória lhe advém de ser ofendido do que de ofender, de suportar pacientemente uma injustiça do que de praticar alguma; que mais vale ser enganado do que enganador, arruinado do que arruinar os outros. E, ao mesmo tempo, a condenação do duelo, que não passa de uma manifestação de orgulho. Somente a fé na vida futura e na justiça de Deus, que jamais deixa impune o mal, pode dar ao homem forças para suportar com paciência os golpes que lhe sejam desferidos nos interesses e no amor-próprio. (O Evangelho Segundo o Espiritismo.  Cap. 12. Item 8. Allan Kardec )

(Baseada nos livros: "Depois da morte. Cap. 48 - Paciência e bondade. Léon Denis" e "O Evangelho Segundo o Espiritismo.  Cap. 12. Item 8. Allan Kardec")