Dinâmica - Justiça Humana X Justiça Divina

Objetivo: Saber a diferença existente entre a justiça Divina e  a  justiça terrena.

Participantes: Máximo 8 alunos.

Tempo Estimado: 15min.

Material: Cartolina , papel canson (imprimir as frases), imagem "Senhora da justiça" , cola bastão, tesoura, lápis de escrever, borracha, canetinha.

Descrição: O Evangelizador deverá , previamente, colar a imagem da "Senhora da justiça" no canto da cartolina , depois dividí-la em duas colunas e  colar os  seguintes títulos na sua parte superior:  JUSTIÇA  HUMANA e JUSTIÇA DIVINA  ( um  ao lado do outro).  Depois deverá distribuir duas frases opostas para cada aluno, sendo que uma delas possui uma lacuna que deverá ser preenchida. Após completar as frases, os alunos deverão separá-las e colar dentro das colunas correspondentes.

Obs.: A imagem da "Senhora da justiça" foi retirada da internet.


JUSTIÇA  HUMANA  X JUSTIÇA DIVINA

1. Não consegue visualizar todos os crimes.

 Observa __________ as ocorrências,  desde os menores atos . (todas)

2. As suas leis são imperfeitas.

As Suas leis são  ____________________ . (perfeitas)

3. Deixa muitas pessoas desamparadas.

Não _______________ nenhum dos seus filhos. (desampara)

4. Comete  erros no julgamento.

É infalível,  isto é, não __________ jamais. (erra)

5. Não consegue punir todos os crimes.

_________ todas as faltas.  (Pune)

 6. Não garante os mesmos direitos para homens e mulheres.

Concede direitos ___________ para todos. (iguais)

7. Fornece privilégios a alguns, sem ter méritos.

Dá a cada ______ segundo as suas obras. (um)

8. Atende a pedidos justos e injustos.

Somente atende a pedidos ___________ e dignos. (justos)

 

Comentário:  "A justiça não tem simpatias, ou melhor: ela se simpatiza com todos igualmente. O coração do homem não sabe manter esse equilíbrio; propende habitualmente para este ou para aquele. Daí o representar-se a figura da justiça de olhos vendados.

O homem, para julgar bem, é preciso que não veja.  (...) Vendo os indivíduos, surgem as inclinações pessoais que obscurecem o juízo, prejudicando a causa da justiça. Assim, pois, é mais provável o homem praticar justiça de olhos fechados, que de olhos abertos.

(...) Enquanto o homem não souber fazer uso da luz que nele há, seus juízos serão fatalmente falhos, iníquos e, portanto, destituídos de valor. Quando o homem conhecer a luz que nele há e dessa luz souber utilizar-se, julgará com justiça, porque o juiz não será mais o homem, porém Deus, através do homem." (Em torno do mestre. Justiça.  Pedro de Camargo Vinícius)

(Baseada em autor desconhecido)