Dinâmica - Desigualdade de riquezas

Objetivo: Mostrar a importância da solidariedade e da caridade para reduzir a desigualdade de riquezas.

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 8min.

Material: Balas comestíveis.

Procedimento: O Evangelizador deverá comprar o dobro da quantidade de balas em relação à quantidade de alunos (por exemplo: se houver 10 alunos deverá comprar 20 balas). Depois deverá distribuir as balas para os alunos de maneira desigual (por exemplo: alguns receberão 3, outros 2, outros 1, outros nenhum, etc.) Alguém certamente irá perguntar por que não ganhou, outro irá  dizer que recebeu apenas um, outro vai falar que quer receber mais, outro vai questionar porque todos não receberam de forma igual etc. Então, o Evangelizador deverá explicar o seguinte: Esta distribuição de balas de maneira desigual para turma representa as condições financeiras para adquirir alimento que não são iguais para todos, há pessoas que tem o que comer diariamente, outras que estão passando por situações difíceis e a despensa está vazia. Como poderíamos resolver esta situação, agora, vivenciada por vocês? Aguarde que algum aluno tenha a iniciativa de repartir a bala com o colega, caso isto não aconteça, solicite que os alunos dividam a bala com os outros de maneira que todos fiquem com duas balas.

Comentário: Na sociedade não é possível a igualdade absoluta de riquezas, mas para reduzir a desigualdade social, os ricos devem auxiliar os mais pobres através da prática da solidariedade e da caridade. Vocês poderiam perguntar:  ''Por que não são igualmente ricos todos os homens? Não o são por uma razão muito simples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. E, aliás, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, repartida com igualdade, a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente; que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito, pela diversidade dos caracteres e das aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente com que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da Humanidade; que, admitido desse ela a cada um o necessário, já não haveria o aguilhão que impele os homens às grandes descobertas e aos empreendimentos úteis. Se Deus a concentra em certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades.'' ( O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. 16. Allan Kardec)

 

(baseada em autor desconhecido e no Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. 16. Allan Kardec)