Dinâmica - A união faz a força

Objetivo: Mostrar a importância de cada um fazer a sua parte na vida, procurando sempre ajudar os outros.

Participantes: Indefinido ( a partir dos 11 anos).

Tempo Estimado: Indeterminado.

Material: um novelo de lã ou um rolo de cordão grosso .

Descrição:  O Evangelizador toma nas mãos o novelo, prende a ponta do novelo em um dos dedos da sua mão. Em seguida,  deverá  perguntar se já ouviram a expressão " A união faz a força!" e joga o novelo para um dos alunos. Esse aluno escolhido segura o novelo e, após enrolar a linha em um dos dedos, irá dizer qual é o significado desta expressão e dar um exemplo, após concluir o aluno irá passar o novelo para que o outro faça a explicação e dê outro exemplo. No final haverá no interior do círculo uma verdadeira teia de fios que os une uns aos outros. Então, o Evangelizador deverá perguntar para todos  qual  o significado do emaranhado de fios que foi formado. Enfatizar que o grupo deverá construir uma união fraternal e que o sucesso das atividades que serão desenvolvidas dependerá da participação de todos. Explicando que todos somos iguais perante Deus, não há privilégios,  isto é o conceito de igualdade. Todos receberam quantidade suficiente do novelo para enrolar no seu dedo para usá-lo da maneira que quisessem, desde de que não prejudicasse os outros ( por exemplo: deixando faltar o material para alguém) isto é o conceito de liberdade. E que durante as aulas, ocorrerão outras situações em que devemos procurar sempre ajudar, procedendo para com os outros, como quereríamos que os outros procedessem para conosco. Isto é o conceito de fraternidade.

Comentário:    A fraternidade, na rigorosa acepção do termo, resume todos os deveres dos homens, uns para com os outros. Significa: devotamento, abnegação, tolerância, benevolência, indulgência. (...) A fraternidade diz: “Um por todos e todos por um.” O egoísmo diz: “Cada um por si.”  
(...) Considerada do ponto de vista da sua importância para a realização da felicidade social, a fraternidade está na primeira linha: é a base. Sem ela, não poderiam existir a igualdade, nem a liberdade séria. A igualdade decorre da fraternidade e a liberdade é conseqüência das duas outras. Com efeito, suponhamos uma sociedade de homens bastante desinteressados, bastante bons e benévolos para viverem fraternalmente, sem haver entre eles nem privilégios, nem direitos excepcionais, pois de outro modo não haveria fraternidade.   (Obras póstumas. Liberdade, igualdade, fraternidade. Allan Kardec).

 (Baseada na   COLETÂNEA DE MATERIAL PARA EDUCAÇÃO ESPÍRITA JUVENIL - Encarte 4 - NEAJ – Núcleo Espírita de Educação e Apoio à Juventude e no livro: Obras Póstumas de Allan Kardec)