Jesus

1ª Parte - Nascimento

      No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus, a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré. Foi a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José, que era descendente de Davi. E o nome da virgem era Maria. O anjo disse: ''Não tenha medo, Maria, porque você encontrou graça diante de Deus. Eis que você vai ficar grávida, terá um filho e dará a ele o nome de Jesus. Ele será grande, e será chamado Filho do Altíssimo'' (Lucas 1:26, 27 e 30 a 32).

      José, seu marido, era justo. Não queria denunciar Maria, e pensava em deixá-la, sem ninguém saber. Enquanto José pensava nisso, o Anjo do Senhor lhe apareceu em sonho, e disse: ''José, filho de Davi, não tenha medo de receber Maria como esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo'' Quando acordou, José fez conforme o Anjo do Senhor havia mandado (Mateus 1:19 , 20 e 24).

      Naqueles dias, o imperador Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento em todo o império. Todos iam registrar-se, cada um na sua cidade natal. José era da família e descendência de Davi. Subiu da cidade de Nazaré, na Galiléia, até à cidade de Davi, chamada Belém, na Judéia, para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. Enquanto estavam em Belém, se completaram os dias para  o parto, e Maria deu à luz o seu filho primogênito. Ela o enfaixou, e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles dentro da casa  (Lucas 2:1, 3 a 7).

            Naquela região havia pastores, que passavam a noite nos campos, tomando conta do rebanho. Um anjo do Senhor apareceu aos pastores; a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram  com muito medo. Mas o anjo disse aos pastores: '' Não tenham medo! Eu anuncio para vocês a Boa Notícia, que será uma grande alegria para todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vocês um Salvador, que é o Messias, o Senhor''. Isto lhes servirá de sinal: vocês encontrarão um recém-nascido, envolto em faixas e deitado na manjedoura. De repente, juntou-se ao anjo uma grande multidão de anjos. Cantando louvores a Deus, dizendo: Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados. (Lucas 2:8 a 14).

            Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judéia, no tempo do rei Herodes, alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, e perguntaram: ''Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Nós vimos a sua estrela no Oriente, e viemos para prestar-lhe homenagem''. Ao saber disso, o rei Herodes ficou alarmado, assim como toda a cidade de Jerusalém. Herodes reuniu todos os chefes dos sacerdotes e os doutores da Lei, e lhes perguntou onde o Messias deveria nascer.  Eles responderam: ''Em Belém''. Então Herodes chamou secretamente os magos; depois mandou-os a Belém, dizendo: Vão, e procurem obter informações exatas sobre o menino. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia diante deles, até que parou sobre o lugar onde estava o menino. Ajoelharam-se diante dele, e lhe prestaram homenagem. Depois, abriram seus cofres, e ofereceram presentes ao menino: ouro, incenso e mirra (Mateus 2: 1 a 5, 7, 8 9, 11) .

            Depois que os magos partiram, o Anjo do Senhor apareceu em sonho a José, e lhe disse: ''Levante-se, pegue o menino e a mãe dele, e fuja para o Egito! Fique lá até que eu avise. Por que Herodes vai procurar o menino para matá-lo''. José levantou-se de noite, pegou o menino e a mãe dele, e partiu para o Egito. Quando Herodes percebeu que os magos o haviam enganado, ficou furioso. Mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o território ao redor, de dois anos para baixo (Mateus 2: 13 a 16). 

            Quando Herodes morreu, o Anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito e  lhe disse: ''Levante-se, pegue o menino e a mãe dele, e volte para a terra de Israel, pois já estão mortos aqueles que procuraram matar o menino''. José levantou-se, pegou o menino e a mãe dele, e voltou para a terra de Israel. José partiu para a região da Galiléia, e foi morar numa cidade chamada Nazaré. Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno (Mateus 2: 19, 20 e 23).

 

2ª Parte - Vida de Jesus

      O menino crescia e ficava forte, cheio de sabedoria. E a graça de Deus estava com ele. Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando o menino completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, voltaram, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. Pensando que o menino estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram a Jerusalém à procura dele. Três dias depois, encontraram o menino no Templo. Estava sentado no meio dos doutores, escutando e fazendo perguntas. Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com a inteligência de suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram emocionados. Sua mãe lhe disse: ''Meu filho, por que fez isso conosco?'' Jesus respondeu: ''Por que me procuravam? Não sabiam que eu devo estar na casa do meu Pai?'' Mas eles não compreenderam o que o menino acabava de lhes dizer. Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e permaneceu obediente a eles ( Lucas 2:41 a 51).

      Está escrito no livro do profeta Isaías: ''Eis que eu envio o meu mensageiro na sua frente, para preparar o teu caminho''. Esta é a voz daquele que grita no deserto : ''Preparem o caminho do Senhor, endireitem suas estradas!'' E foi assim que João Batista apareceu no deserto, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados (Marcos 1:2 a 4).

      O povo estava esperando o Messias. E todos perguntavam a si mesmos se João não seria o Messias. Por isso, João declarou a todos: ''Eu batizo vocês com água. Mas vai chegar alguém mais forte do que eu. E eu não sou digno nem sequer de desamarrar a correia das sandálias deles'' (Lucas 3:15 e 16).

      Jesus foi da Galiléia para o rio Jordão, a fim de se encontrar com João, e ser batizado por ele. Mas João procurava impedi-lo, dizendo: ''Sou eu que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim?'' Jesus, porém, lhe respondeu: ''Por enquanto deixe como está! Porque devemos cumprir toda a justiça. ''E João concordou. Depois de ser batizado, Jesus logo saiu da água. Então o céu se abriu, e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e pousando sobre ele. E do céu veio uma voz dizendo: ''Este é o meu Filho amado, que muito me agrada ''(Mateus 3:13 a 17). 

      Jesus tinha cerca de trinta anos quando começou sua atividade pública (Lucas 3:23).

      Ele ensinava nas sinagogas, e todos o elogiavam. Jesus foi à cidade de Nazaré, onde se havia criado. Conforme seu costume, no sábado entrou na sinagoga, e levantou-se para fazer a leitura. Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus encontrou a passagem onde está escrito: ''O Espírito do Senhor está sobre mim, para anunciar a Boa Notícia aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos, e para proclamar um ano de graça do Senhor''. Então Jesus começou a dizer-lhes: ''Hoje se cumpriu essa passagem da Escritura, que vocês acabam de ouvir ''(Lucas 4:15 a 19, 21).

      Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levavam a Jesus. Jesus colocavas as mãos, em cada um deles, e os curava. De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: ''Tu és o Filho de Deus.'' Jesus os ameaçava, e não os deixava falar por que os demônios sabiam que ele era o Messias (Lucas 4:40 a 41).

      As multidões o procuravam, e, indo até ele, não queriam deixá-lo que fosse embora. Mas Jesus disse: ''Devo anunciar a Boa Notícia do Reino de Deus também para as outras cidades, porque para isso é que fui enviado'' (Lucas 4:42 e 43).

      Jesus andava à beira do mar da Galiléia, quando viu dois irmãos: Simão, também chamado Pedro, e seu  irmão André. Estavam jogando a rede no mar, pois eram pescadores. Jesus disse para eles: ''Sigam-me, e eu farei de vocês pescadores de homens''. Eles deixaram imediatamente as redes, e seguiram a Jesus. Indo mais adiante, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca com seu pai Zebedeu consertando as redes. E Jesus os chamou. Eles deixaram imediatamente a barca e o pai, e seguiram a Jesus (Mateus 4:18 a 22). Outro dia, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e lhe disse: ''Siga-me!'' Ele se levantou, e seguiu a Jesus (Mateus 9:9).

      Passado alguns dias, Jesus foi para a montanha a fim de rezar. E passou toda a noite em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos, e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem também deu o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor (Lucas 6:12 a 16). Deu-lhes poder para expulsar os espíritos maus, e para curar qualquer tipo de doença e enfermidade (Mateus 10:1).

      Jesus disse aos discípulos: ''Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz, e me siga. Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la'' (Mateus 16:24 a 25).   

            Jesus disse: '' Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim'' (João 14:6).

            Certo dia, Jesus entrou no templo, e começou a expulsar os que aí vendiam. E disse: ''Está nas Escrituras: Minha casa será casa de oração''. No entanto, vocês fizeram dela uma toca de ladrões.'' Jesus ensinava todos os dias no Templo. Os chefes dos sacerdotes, os doutores da Lei e os notáveis do povo procuravam jeito de matá-lo. Mas não sabiam o que fazer, por que o povo todo ficava fascinado, quando ouvia Jesus falar'' (Lucas 19: 45 a 48).

            Todos estavam escutando Jesus, e ele disse aos discípulos: ''Tenham cuidado com os doutores da Lei. Eles fazem questão de andar com roupas compridas, e gostam de ser cumprimentados na praças públicas. Gostam dos primeiros lugares nas sinagogas e dos postos de honra nos banquetes. No entanto, exploram as viúvas e roubam suas casas, e, para disfarçar, fazem longas orações. Por isso, eles vão receber condenação mais severa'' (Lucas 20:45 a 47). 

     

3ª Parte - Morte e Ressurreição de Jesus

            Jesus disse aos seus discípulos: ''Vocês sabem que daqui a dois dias vai ser a festa da Páscoa, e o Filho do Homem será entregue para ser crucificado'' (Mateus 26:1 e 2).

            Os chefes dos sacerdotes e os doutores da Lei procuravam maneira de acabar com Jesus, pois tinham medo do povo. Satanás entrou em Judas, chamado Iscariotes, que era um dos doze. Então ele saiu, e foi tratar com os chefes dos sacerdotes e com os oficiais da guarda do Templo, sobre a maneira de entregar Jesus. Eles ficaram alegres, e combinaram dar-lhe dinheiro (30 moedas de prata). Judas concordou, e começou a procurar uma boa oportunidade  para entregar Jesus, sem que o povo ficasse sabendo (Lucas 22:2 a 6; Mateus 26: 15).

            Ao cair da tarde, Jesus chegou com os doze. Enquanto estavam à mesa comendo, Jesus disse: ''Eu garanto a vocês: um de vocês vai me trair.'' É alguém que come comigo''. Os discípulos começaram a ficar tristes e, um depois do outro, perguntaram a Jesus: ''Será que sou eu?''. Jesus lhes disse: ''É um dos doze. É aquele que põe comigo a mãe no prato. O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura sobre ele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!'' (Marcos 14:17 a 21).

            Depois de terem cantado salmos, foram para o monte das Oliveiras. Então Jesus disse aos discípulos: Esta noite vocês todos vão ficar desorientados por minha causa, porque a Escritura diz: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão''. ''Mas depois de ressuscitar, eu irei à frente de vocês para Galiléia.'' Pedro disse a Jesus: ''Ainda que todos fiquem desorientados por tua causa, eu jamais ficarei.'' Jesus declarou: ''Eu garanto a você: esta noite, antes que o galo cante, você me negará três vezes''. Pedro respondeu: ''Ainda que eu tenha de morrer contigo, mesmo assim não te negarei''. E todos os discípulos disseram a mesma coisa (Mateus 26: 30 a 35).

            Jesus saiu e, como de costume, foi para o monte das Oliveiras. Os discípulos o acompanharam. Chegando ao lugar, Jesus disse para eles: Rezem para não caírem na tentação. Então, afastou-se uns trinta metros e, de joelhos, começou a rezar: Pai, se queres, afasta de mim este cálice. Contudo, não se faça a minha vontade, mas a tua!'' Apareceu-lhe um anjo do céu, que o confortava. Levantando-se da oração, Jesus foi para junto dos discípulos, e os encontrou dormindo, vencidos pela tristeza. E perguntou-lhes: '' Por que vocês estão dormindo? Levantem-se e rezem para não caírem na tentação'' (Lucas 22: 39 a 43, 45 a 46).

            Jesus ainda falava, quando chegou Judas, um dos doze, com uma grande multidão armada de espadas e paus. Iam da parte dos chefes dos sacerdotes e dos anciãos do povo. O traidor tinha combinado com eles um sinal, dizendo: Jesus é aquele que eu beijar; prendam. Judas logo se aproximou de Jesus, e disse: ''Salve, Mestre''. E o beijou. Jesus lhe disse: ''Amigo, faça logo o que tem a fazer.'' Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre Jesus, e o prenderam'' (Mateus 26:47 a 50).

            Aqueles que prenderam Jesus o levaram à casa do sumo sacerdote Caifás, onde os doutores da Lei e os anciãos estavam reunidos. Ora, os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum falso testemunho contra Jesus, a fim de o condenaram  à morte. E nada encontraram, embora apresentassem muitas falsas testemunhas (Mateus 26:57, 59 e 60).

            Pedro estava sentado fora, no pátio. Uma criada chegou perto dele, e disse: ''Você também estava com Jesus, o galileu! Mas Pedro negou diante de todos (três vezes)''. Pedro se lembrou então do que Jesus tinha dito: Antes que o galo cante, você me negará três vezes.'' E, saindo, chorou amargamente (Mateus 26: 69, 70, 75).

            De manhã, os chefes dos sacerdotes, com os anciãos, os doutores da Lei e todo o Sinédrio, prepararam um conselho. Amarraram Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos. Pilatos interrogou a Jesus: ''Tu és o rei dos judeus?'' Jesus respondeu: ''É você que está dizendo isso.'' E os chefes dos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. Pilatos o interrogou novamente: ''Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!'' Mas Jesus não respondeu mais nada, e Pilatos ficou impressionado.

            Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. Nesse tempo, um homem chamado Barrabás estava preso junto com os rebeldes, que tinham cometido um assassinato na revolta. Pilatos perguntou: ''Vocês querem que eu solte o rei dos judeus?'' Pilatos bem sabia que os chefes dos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. Porém os chefes dos sacerdotes atiçaram a multidão para que Pilatos soltasse Barrabás. Pilatos queria agradar à multidão. Soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado (Marcos 15: 1 a 6, 9 a 11, 15).   

            Então os soldados levaram Jesus para o pátio, dentro do palácio do governador, e convocaram toda a tropa. Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma cora de espinhos e lha puseram na cabeça. Depois começaram a cumprimentá-lo: '' Salve, rei dos judeus!'' E batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prestavam-lhe homenagem. Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, o vestiram de novo com as próprias roupas dele, e o levaram para fora, a fim de o crucificarem (Marcos 15:16 a 20). 

            Enquanto levavam Jesus para ser crucificado, pegaram certo Simão, da cidade de Cirene, que voltava do campo, e o forçaram a carregar a cruz atrás de Jesus (Lucas 23:26). 

            Com ele crucificaram dois bandidos, um à direita e outro à esquerda (Marcos 15:27).

            A mãe de Jesus, a irmã da mãe dele, Maria de Cléofas, e Maria Madalena estavam junto à cruz. Jesus viu a mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava. Então disse à mãe: ''Mulher, eis aí o seu filho''  (João 19:25 e 26). 

            Desde o meio-dia até ás três horas da tarde houve escuridão sobre toda a terra. Pelas três horas da tarde Jesus deu um forte grito: '' Eli, Eli, lamá sabactâni?'', isto é: ''Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?'' Alguns dos que aí estavam, ouvindo isso disseram: '' Ele está chamando Elias!'' E logo um deles foi correndo pegar uma esponja, a ensopou em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e deu para Jesus beber. Outros, porém, disseram: '' Deixe, vamos ver se Elias vem salvá-lo!'' Então Jesus deu outra vez um forte grito, e entregou o espírito (Mateus 27:45 a 50).

            Tendo Jesus ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana apareceu primeiramente a Maria de Magdala, de quem tinha expulsado sete demônios. Foi ela noticiá-lo aos que estiveram com ele, os quais estavam aflitos e chorosos. Quando souberam que Jesus vivia e que ela o tinha visto, não quiseram acreditar. Mais tarde, ele apareceu sob outra forma a dois entre eles que iam para o campo. Eles foram anunciá-lo aos demais. Mas estes tampouco acreditaram. Por fim apareceu aos Onze, quando estavam sentados à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, por não acreditarem nos que o tinham visto ressuscitado. E disse-lhes: ''Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura'' (Marcos 16: 9 a 15).

 

   Bibliografia: Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.