Aula 15 - Seres orgânicos e inorgânicos - Fluido vital

Ciclo 1 - História: Aninha e os mineraisAtividade: Fazer com a massinha de modelar um ser orgânico (por exemplo: uma cobra ) e outro inorgânico (por exemplo: um anel).

Ciclo 2 - História: O esforço da semente  -  Atividade:  LE - L1 - Cap. 4 - 1 - Seres orgânicos e inorgânicos.

Ciclo 3 - História: A banda  -  Atividade: LE - L1 -  Cap. 4 - 2 - A vida e a morte .

 

Dinâmicas: Seres orgânicos e inorgânicos; Plantando Feijão.

Mensagens Espíritas: Defesa imunológica.

Sugestão de livro infantil: Acorda Juliana. Cléo de Albuquerque Mello. Edições CELD, Rio de Janeiro, 1996.

 

Leitura da Bíblia: Gênesis - Capítulo 2


2.7   Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.


 

Tópicos a serem abordados:

- Se experimentarmos colocar a mão sobre o nosso coração, sentiremos que o coração pulsa. Isso é sinal de que estamos vivos.

- Todos aqueles que possuem vida são chamados de seres orgânicos: nascem, crescem, se reproduzem e morrem. Possuem um conjunto de órgãos apropriados as suas necessidades (por exemplo, os seres humanos possuem coração,  pulmão, cérebro,  olhos,  ossos etc...). Nesta classe estão os homens, os animais e as plantas.

-  Os seres inorgânicos são todos aqueles que não possuem vida: não se movimentam , não crescem, não se reproduzem e não possuem órgãos. Nesta classe estão os minerais (por exemplo: as pedras, o sal, o ferro, o carvão), a água, o ar, etc.

-  Os corpos dos seres orgânicos e inorgânicos são formados dos mesmos elementos materiais.  Portanto, quando Moisés disse: '' Deus fez o homem do limo da Terra'', ele tinha razão, pois  o corpo do homem se compõe dos mesmos elementos da matéria inorgânica (1).

 - No entanto, há uma diferença entre eles: os seres orgânicos possuem o fluído vital que modifica estes elementos e  possibilita  o desenvolvimento dos órgãos, lhes dando a vida. Portanto, quando ele disse: '' Deus soprou nas narinas o fôlego de vida'', referia-se ao fluido vital, que respiramos (2).   

- Pode-se dizer que o fluido vital (ou principio vital) é uma energia, que é derivada das modificações do fluido universal. Todos os seres orgânicos estão revestidos por esta energia. 

-  O fluido vital é o elo de ligação entre o corpo espiritual (perispírito) e o corpo físico.  Ele é importante para o funcionamento dos órgãos e para seu equilíbrio (saúde).

- É por meio da combinação de parte do fluido universal  e do fluído vital, liberado pelo médium, que os Espíritos conseguem movimentar certos objetos. 

- A quantidade de fluído vital não é a igual para todos os seres orgânicos. Algumas pessoas possuem em maior quantidade do que outras.

- O fluido vital pode ser transmitido de um indivíduo a outro, através do passe (imposição das mãos), por exemplo.  Aquele que o tiver em maior porção pode dá-lo a um que o tenha de menos e em certos casos pode prolongar a vida.

- O fluido vital também pode ser adquirido por meio da respiração, absorção (pelos poros), e de alimentos que os contém.

- O perispírito (corpo espiritual) contém 7 pontos de força ou chakras, que são responsáveis pela distribuição do fluído vital para o equilíbrio do nosso corpo físico.   

- Simbolicamente podemos dizer que cada um de nós tem uma carga de energia, ou seja, de fluído vital , igual a uma pilha. Se nós gastamos demais essa pilha ela durará pouco. Por isso, devemos conservá-la através de uma alimentação saudável e de pensamentos bons (3).  

- Quando o homem desencarna (morre), ele permanece com seu Espírito e Perispírito, mas o fluído vital retorna para o fluido universal .

 

Comentário (1): A Gênese. Cap.12. Item 11. A. K. (2): http://www.oconsolador.com.br/ano8/368/especial.html - Data da consulta:28/07/14. 

 (3): Brincando e aprendendo o Espiritismo - Volume 1 . Edições FEESP.

 

Perguntas para fixação:

1. O que são seres orgânicos?

2. O que são seres inorgânicos?

3. Os seres orgânicos e os seres inorgânicos são formados pelos mesmos elementos?

4. Qual o nome dado a energia que fornece a vida aos seres orgânicos?

5. Qual o nome do elemento primitivo que deu origem ao fluido vital?

6. O fluido vital é o elemento intermediário entre quais corpos?

7. Todos possuem a mesma quantidade de fluido vital?

8. De que maneira podemos adquirir o fluido vital?

9. O fluído vital pode ser transmitido de que maneira?

10. De que forma um espírito pode movimentar um objeto?

11. Quando o homem desencarna, qual elemento retorna para o fluido universal?

 

Subsídio para o Evangelizador:

            Os seres orgânicos são os que têm em si uma fonte de atividade íntima que lhes dá a vida. Nascem, crescem, reproduzem-se por si mesmos e morrem. São providos de órgãos especiais (1) para a execução dos diferentes atos da vida, órgãos esses apropriados às necessidades que a conservação própria lhes impõe. Nessa classe estão compreendidos os homens (2), os animais e as plantas. Seres inorgânicos são todos os que carecem de vitalidade, de movimentos próprios e que se formam apenas pela agregação da matéria. Tais são os minerais, a água, o ar, etc. (O Livro dos Espíritos. Livro 1. Cap. 4. Allan Kardec).

            Há diferença entre a matéria dos corpos orgânicos e a dos inorgânicos?

            A matéria é sempre a mesma , porém nos corpos orgânicos está animalizada.( O Livro dos Espíritos. Questão 61. Allan Kardec. )

            A lei que preside à formação dos minerais conduz naturalmente à formação dos corpos orgânicos.  A análise química mostra que todas as substâncias vegetais e animais são compostas dos mesmos elementos que os corpos inorgânicos. Desses elementos, são o oxigênio, o hidrogênio, o azoto e o carbono os que desempenham papel principal. Os outros entram acessoriamente. Como no reino mineral, a diferença de proporções na combinação dos referidos elementos produz todas as variedades de substâncias orgânicas e suas diversas propriedades, tais como: os músculos, os ossos, o sangue, a bílis, os nervos, a matéria cerebral, a gordura, nos animais; a seiva, a madeira, as folhas, os frutos, as essências, os óleos, as resinas, etc., nos vegetais. (A Gênese. Cap. 10. Item 12. Allan Kardec).

            Qual a causa da animalização da matéria?

            Sua união com o princípio vital. ( O Livro dos Espíritos. Questão 62. Allan Kardec. )

            Combinando-se sem o princípio vital, o oxigênio, o hidrogênio, o azoto e o carbono unicamente teriam formado um mineral ou corpo inorgânico; o princípio vital, modificando a constituição molecular desse corpo, dá-lhe propriedades especiais. Em lugar de uma molécula mineral, tem-se uma molécula de matéria orgânica. (A Gênese. Cap. 10. Item 18. Allan Kardec).

            O fluido vital tem por fonte o fluido universal. É o que chamais fluido magnético, ou fluido elétrico animalizado. É o intermediário, o elo existente entre o Espírito e a matéria. ( O Livro dos Espíritos. Questão 65. Allan Kardec. )

            A substância etérea que existe entre os planetas é o fluido universal em questão?

            Resp. – Ele envolve os mundos: sem o princípio vital, nada viveria. Se um homem se elevasse além do envoltório fluídico que circunda os globos, pereceria (morreria), porquanto o princípio vital dele se retiraria, para juntar-se à massa. Esse fluido vos anima; é ele que respirais. (Revista Espírita. Junho de 1858. Teoria das manifestações físicas. Allan Kardec). 

            O princípio vital é um só para todos os seres orgânicos?

            Sim, modificado segundo as espécies. É ele que lhes dá movimento e atividade e os distingue da matéria inerte, porquanto o movimento da matéria não é a vida. Esse movimento ela o recebe, não o dá.” ( O Livro dos Espíritos. Questão 66. Allan Kardec. )

            Uma vez que o fluido vital, incitado de algum modo pelo Espírito, dá vida artificial e momentânea aos corpos inertes (Vide: O Livro dos Médiuns. Cap. 4. Itens 13 e 14. Allan Kardec)  e que o perispírito não é outra coisa senão esse fluido vital, segue-se que, quando o Espírito está encarnado, é ele que dá vida ao corpo por meio do seu perispírito; permanece unido a ele enquanto o organismo o permite; quando se retira, o corpo morre. (O Livro dos Médiuns. Cap. 4. Item 77. Allan Kardec).

          Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza.

          No homem, contudo, semelhante projeção surge profun­damente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo de algumas escolas espiritualistas, duplica­ta mais ou menos radiante da criatura.( Evolução em dois mundos. Cap. 17. Espírito André Luiz. Psicografado por Waldo Vieira e Chico Xavier).

            Na obra '' Nos domínios da Mediunidade'', André Luiz descreve o duplo etéreo como sendo um conjunto constituido por fluído vital: (...)A principio, seu perispírito ou “corpo astral” estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o «duplo etérico», for­mado por emanações neuropsíquicas que perten­cem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quan­to ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora. (Nos domínios da mediunidade. Cap. 11. Espírito André Luiz. Psicografado por Chico Xavier).

            (...)Há uma força inerente aos corpos organizados, que mantém coesas as personalidades celulares, sustentando-se dentro das particularidades de cada órgão .(...) Essa força é o que denominais princípio vital, essência fundamental que regula a existência das células vivas, e no qual elas se banham constantemente, encontrando assim a sua necessária nutrição, força que se encontra esparsa por todos os escaninhos do universo orgânico, combinada às substâncias minerais, azotadas e ternárias, operando os atos nutritivos de todas as moléculas.

            O princípio vital é o agente entre o corpo espiritual (perispírito), fonte de energia e da vontade, e a matéria passiva (corpo físico), inerente às faculdades superiores do Espírito, que o adapta segundo as forças cósmicas que constituem as leis  físicas de cada plano de existência, proporcionando essa adaptação às suas  necessidades intrínsecas. (Emmanuel. Cap. 24. Psicografado por Chico Xavier).

            A complexa tessitura psicossômica (ou seja, o períspirito) apresenta, ao que tudo indica, um número considerável de ''pontos de força'', responsáveis, em seu conjunto, pela distribuição de energia vital e por conseguinte, pelo equilíbrio fisiológico do organismo físico (Perispirito. Cap. 4. Zalmino Zimmermann).

            Quando o corpo não goza saúde perfeita, isto é, quando as relações normais de alma e corpo se perturbam, a força vital pode exteriorizar -se parcialmente, dando azo a que Espíritos malévolos e, sem embargo, conhecedores das leis fluídicas, disso tirem o seu partido (A Evolução anímica.  Cap. 5. Loucura. Gabriel Delanne) (Vide: Vampirismo. Parasitas e vampiros. J. Herculano Pires).

            Pelos excessos, na alimentação ou noutras manifestações mais caracteristicamente espirituais, de ordem inferior, criaremos larvas (3), com o que atrairemos, para o nosso campo mental e fisiológico, entidades ociosas. (...) Quase sempre o corpo doente assinala a mente enfermiça, o que vale dizer: desequilibrados os centros perispirituais,  o reflexo se fará, de imediato, no corpo físico. (Estudando a mediunidade. Cap. 13. Vampirismo. Martins Peralva).

            De efeito, segundo se compreende, é através do duplo etérico, com seus recursos vitais disponíveis, catalogados por André Luiz em seu conjunto, sob a denominação genérica de ''emanações neuropsíquicas'', que os centros de força do perispírito, compondo um complexo sistema de redes de intercomunicação e interação energética, sustentam a organização somática, possibilitando que cada célula física receba da respectiva célula psicossômica, sua matriz anatômica e fisiológica, a energia necessária à sua sustentação. (Perispirito. Cap. 4. Zalmino Zimmermann).

            O espírito André Luiz afirma que são 7 estes centros de força ou centros vitais: (...) o nosso corpo de matéria rarefeita está íntimamente regido por sete centros de força, que se conjugam nas ramificações dos plexos e que, vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder diretriz da mente, estabelecem, para nosso uso, um veículo de células elétricas, que podemos definir como sendo um cam­po electromagnético, no qual o pensamento vibra em circuito fechado. (Entre o céu e a terra. Cap. 20. Espírito André Luiz. Psicografado por Chico Xavier).

            É assim que, regendo a atividade funcional dos órgãos re­lacionados pela fisiologia terrena, nele identificamos o centro coronário, instalado na região central do cérebro, sede da men­te, centro que assimila os estímulos do Plano Superior e orienta a forma, o movimento, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada, nas cintas de aprendizado que lhe corresponde no abrigo planetário. O centro coronário supervisiona, ainda, os outros centros vitais que lhe obedecem ao impulso, procedente do Espírito, assim como as peças secundinas de uma usina respondem ao comando da peça-motor de que se serve o tirocínio do homem para concatená-las e dirigi-las.

            Desses centros secundários, entrelaçados no psicossoma e, conseqüentemente, no corpo físico, por redes plexiformes, destacamos o centro cerebral contíguo ao coronário, com in­fluência decisiva sobre os demais, governando o córtice encefá­lico na sustentação dos sentidos, marcando a atividade das glân­dulas endocrínicas e administrando o sistema nervoso, em toda a sua organização, coordenação, atividade e mecanismo, desde os neurônios sensitivos até as células efetoras; o centro larín­geo, controlando notadamente a respiração e a fonação; o centro cardíaco, dirigindo a emotividade e a circulação das forças de base; o centro esplênico, determinando todas as atividades em que se exprime o sistema hemático, dentro das variações de meio e volume sangüíneo; o centro gástrico, responsabilizando-se pela digestão e absorção dos alimentos densos ou menos densos que, de qualquer modo, representam concentrados fluídicos pe­netrando-nos a organização, e o centro genésico, guiando a mo­delagem de novas formas entre os homens ou o estabelecimento de estímulos criadores, com vistas ao trabalho, à associação e à realização entre as almas (Evolução em dois mundos. Cap. 2. Espírito André Luiz. Psicografado por Waldo Vieira e Chico Xavier).

            Os órgãos se impregnam, por assim dizer, desse fluido vital e esse fluido dá a todas as partes do organismo uma atividade que as põe em comunicação entre si, nos casos de certas lesões, e normaliza as funções momentaneamente perturbadas. Mas, quando os elementos essenciais ao funcionamento dos órgãos estão destruídos, ou muito profundamente alterados, o fluido vital se torna impotente para lhes transmitir o movimento da vida, e o ser morre.

            Mais ou menos necessariamente, os órgãos reagem uns sobre os outros, resultando essa ação recíproca da harmonia do conjunto por eles formado. Destruída que seja, por uma causa qualquer, esta harmonia, o funcionamento deles cessa, como o movimento da máquina cujas peças principais se desarranjem.

            Num aparelho elétrico temos imagem mais exata da vida e da morte. Esse aparelho, como todos os corpos da Natureza, contém eletricidade em estado latente. Os fenômenos elétricos, porém, não se produzem senão quando o fluido é posto em atividade por uma causa especial. Poder-se-ia então dizer que o aparelho está vivo. Vindo a cessar a causa da atividade, cessa o fenômeno: o aparelho volta ao estado de inércia. Os corpos orgânicos são, assim, uma espécie de pilhas ou aparelhos elétricos, nos quais a atividade do fluido determina o fenômeno da vida. A cessação dessa atividade causa a morte.

            A quantidade de fluido vital não é absoluta em todos os seres orgânicos. Varia segundo as espécies e não é constante, quer em cada indivíduo, quer nos indivíduos de uma espécie. Alguns há, que se acham, por assim dizer saturados desse fluido, enquanto os outros o possuem em quantidade apenas suficiente. Daí, para alguns, vida mais ativa, mais tenaz e, de certo modo, superabundante.

            A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se insuficiente para a conservação da vida, se não for renovada pela absorção e assimilação das substâncias que o contêm. (O Livro dos Espíritos. Questão 70. Allan Kardec).

            O Sol é essa fonte vital para todos os núcleos da vida planetária (O Consolador. Questão 10. Espírito Emmanuel. Psicografado por Chico Xavier). 

No livro '' Nosso Lar'', o espírito André Luiz relata um caso em que um doente foi auxiliado por esses fluidos retirados das plantas: ''Narcisa manipulou, em poucos instantes, certa substância com as emanações do eucalipto e da mangueira e, durante toda a noite, aplicamos o remédio ao enfermo, através da respiração comum e da absorção pelos poros''.(Nosso Lar. Cap. 50. Espírito André Luiz. Psicografado por Chico Xavier).

            O fluido vital se transmite de um indivíduo a outro. Aquele que o tiver em maior porção pode dá-lo a um que o tenha de menos e em certos casos prolongar a vida prestes a extinguir-se (Vide: A Gênese. Cap.14. Itens 29 e 30)  (O Livro dos Espíritos. Questão 70. Allan Kardec).

            Há pessoas dotadas de tal poder, que operam curas instantâneas nalguns doentes, por meio apenas da imposição das mãos, ou, até, exclusivamente por ato da vontade. (A Gênese. Cap. 14. Item 32. Allan Kardec).

            Ao toque da energia emanante do passe, com a supervisão dos benfeitores desencarnados, o pró­prio enfermo, na pauta da confiança e do mereci­mento de que dá testemunho, emite ondas men­tais características, assimilando os recursos vitais que recebe, retendo-os na própria constituição fisiopsicossomática, através das várias funções do sangue.(Mecanismos da mediunidade. Cap. 22. Espírito André Luiz. Psicografado por Chico Xavier).

            Como o passe, que pode ser movimentado pelo maior número de pessoas, com benefícios apre­ciáveis, também o sopro curativo poderia ser utili­zado pela maioria das criaturas, com vantagens pro­digiosas. (...)Nos círculos carnais, para que o sopro se afirme suficientemente, é imprescindível que o ho­mem tenha o estômago sadio, a boca habituada a falar o bem, com abstenção do mal, e a mente reta, interessada em auxiliar (Os Mensageiros. Cap. 19. Espírito André Luiz . Psicografado por Chico Xavier). 

            Entende-se, então que os médiuns curadores,  em geral, e os aptos a produção de fenômenos ectoplásmicos (de materização) particularmente ostensivos, já trazem em seu duplo etérico, reserva maior de energia. (Perispirito. Cap. 6. Zalmino Zimmermann).

            Em que resultam a matéria e o princípio vital dos seres orgânicos, quando estes morre?

            A matéria inerte se decompõe e toma nova forma; o princípio vital retorna à massa. (O Livro dos Espíritos. Questão 70. Allan Kardec).

           

Observação (1): Em biologia, um órgão é um grupo de tecidos que formam uma função específica ou grupo de funções. Os órgãos dos animais incluem o coração, pulmão, cérebro, olhos, estômago, baço, ossos, pâncreas, rim, fígado, intestinos, pele (o maior órgão), bexiga, e os órgãos sexuais. Os órgãos das plantas podem se dividir em vegetativo e reprodutivo. Os órgãos vegetativos das plantas são raiz, caule e folha, enquanto os reprodutivos são a flor, semente e fruta. (http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93rg%C3%A3o_%28anatomia%29)

 

Observação (2): O homem é formado de três partes essenciais: 1º - o corpo ou ser material, análogo ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital ; 2º - a alma, 3º - o princípio intermediário, ou perispírito, substância semimaterial que serve de primeiro envoltório ao Espírito e liga a alma ao corpo. (O Livro dos Espíritos. Questão 135. Allan Kardec) .

 

Observação (3): Alimento mental das entidades infelizes, formado pelas nossas criações inferiores. (Estudando a mediunidade. Cap. 13. Vampirismo. Martins Peralva).

           

 

Bibliografia:

- O Livro dos Espíritos. Livro 1. Questões: 61 , 62 , 65 , 66 e 70 e 135. Cap. 4. Allan Kardec.  

- A Gênese. Cap. 10, itens: 12 e 18.  Cap. 14, itens 29 , 30 e  32. Allan Kardec.

- Revista Espírita. Junho de 1858. Teoria das manifestações físicas. Allan Kardec.

-   Livro dos Médiuns. Cap. 4. Itens: 13 , 14 e 77. Allan Kardec

- Evolução em dois mundos. Cap. 17. Espírito André Luiz. Psicografado por Waldo Vieira e Chico Xavier.

-  Nos domínios da mediunidade. Cap. 11. Espírito André Luiz. Psicografado por Chico Xavier.

- Emmanuel. Cap. 24. Psicografado por Chico Xavier.

-  Entre o céu e a terra. Cap. 20. Espírito André Luiz. Psicografado por Chico Xavier.

- Mecanismos da mediunidade. Cap. 22. Espírito André Luiz. Psicografado por Chico Xavier.

- Os Mensageiros. Cap. 19. Espírito André Luiz . Psicografado por Chico Xavier.

-  Perispirito. Cap. 4 e 6. Zalmino Zimmermann.

- Vampirismo. Parasitas e vampiros. J. Herculano Pires.

- A Evolução anímica.  Cap. 5. Loucura. Gabriel Delanne.

- Estudando a mediunidade. Cap. 13. Vampirismo. Martins Peralva.

-  Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93rg%C3%A3o_%28anatomia%29. Data da consulta: 15/04/14.